Brasileiros disputam ultramaratona na Antártica
12.12.2007

“Correr 100Km não me assusta, mas enfrentar temperaturas baixas, vento forte e disputar uma ultra-maratona no gelo, é inédito. Nossa meta é completar a provaâ€, diz Bernardo, que apesar de encarar a disputa pela primeira vez, é apontado como um dos favoritos por Richard Donavan, organizador do evento.
Para competir numa prova como esta, morando em um paÃs tropical, os atletas usaram de muita criatividade para treinar. Após comprar todo equipamento necessário, eles se vestiram para checar os tamanhos, usaram ar-condicionado e ventiladores para simular uma baixa temperatura e testar roupa e a aclimatação. Os treinos foram feitos dentro de um frigorÃfico da Sadia, climatizado em -20º C. Dormiram no hotel Sofitel, na praia de Copacabana. Mas não em uma suite. A cama estava na câmara refrigerada do restaurante do chef Rolland Villard, a -8º C.
Além disso, a dupla acordava às 3h da manhã para correr 30Km e chegar ao trabalho sem perder a hora; encararam sozinhos uma prova de de 70Km, em Florianópolis, que normalmente é feita em revezamento; e participarem da super-maratona Teresópolis-Friburgo, com seus 50Km.

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