Dia 0 - Garmin TransPortugal
Louize Hill/Agnelo Quelhas / 01.06.2008

As coisas estão a aquecer…grande azáfama durante todo o dia no hotel de Bragança com as bicicletas e os atletas.
Depois da chegada dos atletas durante três dias, na tarde de ontem a recepção do Hotel Barcelona em Lisboa ficou apilhada de bagagens e com o borburinho das conversas dos atletas enquanto aguardavam o autocarro para Bragança. Até apareceu uma cara conhecida de corridas anteriores, o Nuno Machado que trouxe o Diogo Vieira e notou-se nele uma certa nostalgia ao ver os preparativos dos atletas.
Quando o autocarro chegou foi imediatamente abalrroado por um monte de pessoas ansiosas por se porem a caminho. As bagagens foram colocadas na bagageira do autocarro, no entanto, esta rapidamente encheu e todas as malas tiveram de ser retiradas e novamente colocadas com o ar espantado do motorista que abanava a cabeça em desespero comentando “estas malas são todas muito grandesâ€...
Finalmente, após alguns atrasos e problemas de trânsito, estávamos a caminho...a longa viagem foi uma oportunidade para velhos amigos recordarem experiências anteriores e partilharem histórias sobre as suas aventuras desde a última vez que se encontraram. Criaram-se ainda novas amizades. Alguns veteranos, antigos participantes da Transportugal Garmin, conseguiram espalhar palavras de sabedoria acerca da prova. O Peter “Pepe†Paelinck explicou à sua audiência que “se eu repito uma prova pela segunda vez, é porque ela é muito especialâ€, Dominiek Sacré aproveitou para exibir a sua cicatriz resultante de uma queda na 6ª Etapa do último ano.
De Lisboa a Bragança são cerca de 550 km, portanto a viagem foi longa com com chegada ao hotel pelas 2:30 da manhã. Depois da chegada todos se despacharam a ir para a cama.

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