Land Rover G4 Challenge
O mal de altitude ataca
17.05.2006


O mal de altitude não respeita idade ou sexo, altura e nem mesmo preparo fÃsico. A qualquer altitude acima de 2500 metros, a atmosfera possui tão pouco oxigênio que o corpo humano tem que trabalhar muito para se aclimatar. Algumas vezes com sucesso, e outras não.
A maior parte da BolÃvia está acima dos 2500 metros e a região próxima a Potosi, fronteira com a Argentina e o Chile, os Andes se estica acima dos 5000 metros. Muito alto para o homem sobreviver sem oxigênio.
Nos últimos dias o Land Rover G4 Challenge têm sido realizado no teto do mundo, em altitudes acima dos 4000 metros. É o teste máximo para o homem e para a máquina.
Os veÃculos estão rodando com aproximadamente 20% a menos de força nas montanhas mas são os humanos que estão sentindo e sofrendo os efeitos da altitude. Na manhã de segunda-feira, a equipe médica do Challenge teve que atender meia dúzia de pessoas no comboio - todos sofrendo do mal de altitude.
"Na final, quase todos foram afetados", disse o doutor Dominik Doerrs. "Muitas das pessoas (atendidas) foram as que chegaram nessa altitude vindo direto do nÃvel do mar. Mas houve dois competidores que tiveram que desistir das competições de hoje devido ao mal de altitude. Eles são os caras mais preparados fisicamente que você pode imaginar.
"Basicamente o que acontece ao corpo é que você não tem oxigênio suficiente e a compensação é feita com a hiperventilação. Seus rins então trabalham mais para tirar do corpo o excesso de dióxido de carbono que você está produzindo e você fica muito desidratado. Mas porque isso não afeta todo mundo, ninguém sabe."


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